Os discos voadores, seus objetivos e intenções para com a Terra

A chamada "Era Moderna dos Discos Voadores" iniciou-se oficialmente em 24 de junho de 1947, data em que o piloto norte-americano Kenneth Arnold declarou à Imprensa de seu país ter visto nove UFOs enquanto pilotava seu avião monomotor sobre o Monte Rainier, no estado de Washington. É óbvio que o Fenômeno UFO, como é chamada à manifestação extraterrestre em nosso planeta, já vinha sendo registrado na Terra há muito mais tempo – há milhares de anos, para ser preciso –, mas o ato pioneiro deste piloto desencadeou um movimento mundial de observações ufológicas em massa que foi amplamente divulgado pela mídia de diferentes países.

No Brasil, menos de um mês após o início destas observações, um agrimensor do interior do Paraná, José Higgins, viu não só um UFO sobrevoar o local onde estava e pousar a menos de 100 m de sua posição, mas também vários seres de quase 2 m de altura descerem do objeto e vasculharem o terreno em volta – que tentaram levá-lo para bordo, para uma viagem. No mesmo ano, foram registradas mais de 2 mil outras manifestações de UFOs e contatos com seus tripulantes em cerca de 30 países do mundo – inclusive o Brasil, que sempre se destacou no cenário mundial por sua elevadíssima incidência. Em plena Europa, as observações ocorriam praticamente dia e noite, cada vez com maior intensidade e proximidade de centros urbanos.

As primeiras observações em todo o mundo

Mas, para se compreender o Fenômeno UFO em sua totalidade – assim como sua crescente manifestação a partir da segunda metade da década de 40 – é necessário que se tenha três coisas em mente. Primeiramente, foi entre os meses de setembro de 1944 e agosto de 1945 que se desenvolveu e se realizou os primeiros testes com a bomba atômica, nos desertos dos estados do sul dos EUA, que elevariam a Terra a um patamar tecnológico destacado, capaz de se utilizar a força que move o Universo, a nuclear, para gerar energia – embora para fins bélicos. Justamente nessas localidades dos Estados Unidos que ocorreram as mais impressionantes observações destas naves extraterrestres e onde – estranhamente, também nesta mesma época – se registraram as primeiras quedas de UFOs em nosso planeta (Roswell, Aztec, Socorro, Laredo e outras cidades próximas à fronteira EUA-México).

Segundo é que as observações de discos voadores têm sido registradas em todo o mundo desde os mais remotos tempos. Para se ter uma vaga idéia, em praticamente todas as regiões onde os ancestrais do homem viveram – principalmente em cavernas na África, Ásia, Oriente Médio e Europa – existem registros primitivos, ilustrações rupestres, desenhos em pedras e antigos manuscritos com imagens e exposições legítimas de estranhas naves, muitas vezes referidas como "carruagens de fogo", "rodas de fogo", etc. Suas descrições são absolutamente idênticas aos UFOs observados hoje em dia, milhares de anos depois. Os seres que pilotavam estas naves freqüentemente eram chamados de deuses ou anjos por nossos antepassados, e referências como estas existem em absolutamente todos os livros antigos ou sagrados, além da própria Bíblia.

Em terceiro lugar – e o que é mais importante – só em nossa galáxia, a Via Láctea, uma das milhares existentes na parte já pesquisada do Universo, existem mais de 450 milhões de estrelas com idade média semelhante à do Sol e com as mesmas características energéticas e dimensionais desta. Todas com grande capacidade de possuir planetas em suas órbitas, nutrindo algum tipo de vida biológica. A possibilidade deste tipo de vida ser semelhante à terrestre – vegetal e animal –, e em estado evolutivo equivalente, é imensa.

Apesar das enormes distâncias entre tais estrelas e seus planetas, é completamente ilógico imaginar que não possa existir contato entre eles e é inegável que muitas destas civilizações já nos atingiram e nos visitam há muito tempo. Algumas, como já foi dito, já passaram pela Terra há muitos milhares de anos, quando ainda éramos primitivos. Outras, estiveram aqui há pouco tempo e encontraram-nos em estágio tecnológico rudimentar. E há, ainda, aquelas que nos observam, nos monitoram e estudam nossa evolução desde que aqui chegaram – inclusive, em alguns casos, misturando-se aos próprios terrestres. Essas raças são compostas, em sua maioria, pelos seres chamados alfa-cinzentos ou grays.

Quem são os extraterrestres e porque estão aqui.

A Ufologia – disciplina que se criou nos anos 40/50 para pesquisar o Fenômeno UFO – já concluiu que cerca de 70 civilizações diferentes já estiveram ou ainda estão direta ou indiretamente em contato com a Terra. Curiosamente, a absoluta maioria das observações de seres extraterrestres, feitas nos mais diversos países e em diferentes épocas, indicam que nossos visitantes possuem conformação muito semelhante a humana: uma estrutura física composta por mãos e braços, pernas e pés, cabeça e tronco. Isso levou muitos ufólogos e cientistas a acreditarem – com toda razão – que exista algum tipo de parentesco entre a civilização humana terrestre e a alienígena.

Seu grande interesse por nosso desenvolvimento, associado ao seu comprovado envolvimento com os ancestrais maias, astecas, incas e egípcios – entre muitos outros povos –, corroboram tais suspeitas. Muito se sabe também sobre suas intenções para conosco: em alguns poucos, mas significativos eventos, os visitantes mostraram-se agressores – principalmente os alfa-cinzentos de baixa estatura (de 1 a 1,20 m). Algumas outras raças – justamente a maioria das civilizações que nos visitam – apresentam-se neutras a nossa existência, não manifestando interesse e/ou intenções hostis ou amistosas. As que não são agressivas apenas revidam nossos atos. No entanto, há ainda civilizações (especialmente as de estatura e conformação mais semelhantes à humana) que demonstram serem muito interessadas, com atitudes bem amistosas em relação a nós.

Como são e como funcionam os UFOs

Quanto à forma física das naves extraterrestres, estas são as mais variadas possíveis. Já foram observadas centenas de aparências diferentes, entre as mais de 3 milhões de ocorrências ufológicas registradas em todo o mundo. Entre esses formatos, predominam a esfera, a semi-esfera, o cilindro (no caso das naves-mãe) e o tipo discóide. Mas, se suas formas são tão variadas, suas manobras e comportamento em nossos céus são completamente desnorteantes. Os UFOs desafiam não só a ciência e os cientistas – que, por causa disso, são resistentes a considerar o fenômeno em bases acadêmicas –, mas destronam elementares leis físicas, pondo abaixo regras estabelecidas ao longo de séculos. Para se ter um exemplo, existem registros de UFOs movimentando-se em nossa atmosfera a mais de 40 mil km/h, ou fazendo curvas de 30 graus a enormes velocidades. Dentre suas manobras ousadas está a capacidade de estacionar no ar e voltar à velocidade original em frações de segundo. Não há leis físicas que expliquem tal comportamento e, aparentemente, os UFOs se portam em nossa atmosfera exatamente como se estivessem no espaço exterior.

Para completar, centenas de humanos seqüestrados para o interior destas naves não conseguiram localizar seus motores ou distinguir seus meios de propulsão. É certo, no entanto, que não se utilizam de combustível, mas de energia pura e dos próprios campos gravitacionais dos astros. Devido às suas características tão incomuns, os UFOs ocasionaram o surgimento de uma quantidade de mitos e lendas folclóricas em todo o mundo, relacionadas a bolas e fachos de luz, estranhos seres associados a elas e perseguições que fazem às suas vítimas. Algumas dessas lendas são conhecidas no Brasil por Mãe da Água, Mãe D’Ouro, Minhocão, Noiva de 7 metros, etc – todas originadas de pequenas sondas extraterrestres de extremo brilho e vôo lento, que funcionam como aparelhos controlados a distância.

Por que os governos escondem informações sobre UFOs

Mas se os UFOs nos visitam há tantos anos, se possuímos mais de 3 milhões de registros de sua passagem, se conhecemos seu comportamento e, em alguns casos, até suas intenções para conosco, por que tais civilizações não formalizam um contato definitivo com nossos governos? Essa é a pergunta mais comum que as pessoas fazem sobre o assunto – e a que tem a resposta mais fantástica. Quase todos os governos do mundo mantêm – ou já mantiveram – algum tipo de comissão ou departamento dedicado à pesquisa do Fenômeno UFO. Ao longo dos anos, estes organismos foram sendo criados por diversos países, atuando normalmente em caráter secreto e ligados à força aérea ou ao setor de defesa e inteligência (espionagem) destas nações.

O Brasil, por exemplo, criou em 1969 o Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados (SIOANI), um órgão oficial e secreto da Força Aérea Brasileira (FAB). Em 1972, o SIOANI já tinha centenas de investigadores em todo o Brasil e no exterior, além de aeroportos, bases aéreas, instalações militares e civis, que eram usadas para se coletar informações sobre observações de UFOs. Nos demais países da América do Sul e Central, da África e Ásia e até em algumas Nações da Europa havia programas semelhantes nas décadas de 60 e 70. Em todos os casos, os dados coletados eram enviados para os Estados Unidos ou para a União Soviética, dependendo da orientação política de cada país. O Brasil alimentou por muitos anos os computadores da Força Aérea dos EUA (USAF), além de agências como CIA, Departamento de Estado e NASA. Nestes órgãos até hoje se mantêm registros de todas as ocorrências de UFOs no mundo, com o auxilio dos países do planeta.

O Fenômeno UFO é assunto de segurança nacional

É mais do que óbvio que todas as nações da Terra, direta ou indiretamente, pesquisam e conhecem o comportamento dos extraterrestres – e inclusive controlam sua atuação em nosso planeta. Nada mais normal, visto que os ETs podem também representar uma ameaça contra a qual a Terra não teria defesas. Mas o que se descobriu há bem pouco tempo é que um grupo muito reduzido e selecionado de chefes de estado das grandes potências conseguiu não só atrair a atenção dos ETs como também, desde a década de 50, mantém contatos oficiais e ultra-secretos com inúmeras civilizações alienígenas.

Vários presidentes norte-americanos, desde Eisenhower e Truman – segundo descobriu-se através de documentos confidenciais liberados por força da Lei de Liberdade de Informações –, alimentaram acordos entre seu país e tais civilizações. Além disso, descobriu-se que, em troca de certos favores os alienígenas têm transferido tecnologia espacial – entre outras – aos americanos. Os documentos ainda afirmam que sem a ajuda dos ETs, os EUA nunca teriam conseguido colocar um homem na Lua em 1969. Mais ainda, afirmam que, ao contrário do que se pensa – que depois de tanto esforço empreendido na corrida espacial, as nações do mundo se desinteressaram por nosso satélite natural –, estas nações mantêm bases secretas e para uso conjunto na Lua, além de instalações ultra-secretas no subsolo de nosso próprio planeta.

Os favores que as superpotências terrestres concedem aos seus parceiros alienígenas em troca de tecnologia são óbvios. Os EUA, por exemplo, comprometeram-se em manter o assunto extraterrestre confidencialmente e afastado do público. Assim, está explicado porque – se os UFOs nos visitam há tanto tempo – não estabelecem contato e os governos nada fazem a respeito. Aliás, eles já o fizeram, em segredo! Felizmente, existem centenas de entidades civis e não governamentais que pesquisam o Fenômeno UFO cientificamente há mais de 4 décadas, reunindo milhares de adeptos em todo o mundo e divulgando para à população os fatos sonegados pelos poderes estabelecidos do planeta.

No Brasil, por exemplo, existem pelo menos 300 organizações dedicadas ao assunto, totalizando cerca de 10 mil pesquisadores. Entre essas organizações está o Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), sediado em Campo Grande (MS) e responsável pela Revista UFO, a única publicação do gênero existente em no Brasil. Os arquivos do CBPDV contém cerca de 10 mil relatórios de observações ufológicas e contatos ocorridos em todo o país e exterior. O CBPDV é o único grupo brasileiro regularmente convidado para representar a nação brasileira em congressos internacionais nos EUA, Europa e outros regiões.

A Antigüidade dos UFOs

O fenômeno dos discos voadores é tão antigo quanto nossa própria história. Desde os tempos mais remotos existem registros de observações de naves extraterrestres e contatos com seus tripulantes. Hoje, estima-se que haja cerca de 3 milhões de manifestações de UFOs registradas oficialmente pelas forças armadas de mais de 120 países. Desse total, algo em torno de 90 mil são contatos com espaçonaves pousadas no solo e seres que as tripulam, os chamados ufonautas. No Brasil, o CBPDV mantém em seus arquivos relatórios de observações ufológicas e relações com ufonautas, ocorridas no Brasil e no exterior. O CBPDV classifica estas manifestações em 6 categorias, baseado na distância em que ocorreram e no nível de interação entre o Fenômeno UFO e seu(s) observador(es), as quais estão a seguir:

    • Contato Imediato de Zero Grau (CI-0): Este tipo de contato é a simples observação do UFO a grande distância durante a noite (quando é brilhante) ou durante o dia (se apresenta superfície metálica).
    • Contato Imediato de Primeiro Grau (CI-1): Neste tipo de contato, a observação é realizada a curta distância (de dia ou de noite), onde se pode definir detalhes do UFO, tais como janelas, pontos de luz, anexos, etc.
    • Contato Imediato do Segundo Grau (CI-2): Este contato se dá quando o UFO pousa ou sobrevoa algum local, deixando sinais de sua passagem (vegetação queimada, marcas no solo, fragmentos, etc) e provocando perturbações em pessoas e animais.
    • Contato Imediato de Terceiro Grau (CI-3): Tipo de contato onde ocorre a observação de tripulantes do UFO (dentro ou fora dele) sem, no entanto, comunicação com o observador.
    • Contato Imediato de Quarto Grau (CI-4): Quando, além da observação de tripulantes do UFO, há algum tipo de comunicação – falada, gesticulada ou telepática – entre os seres e seus observadores.
    • Contato Imediato de Quinto Grau (CI-5): É o contato mais profundo entre o humanos e extraterrestres, trata-se do ingresso do observador no UFO, voluntariamente ou não. Quando for à força, está caracterizado um seqüestro, chamado na Ufologia de abdução.

A Origem dos UFOs

A procedência do nome disco voador é simples. Quando Kenneth Arnold viu os 9 UFOs de 1947, referiu-se a eles como sendo "... muito parecidos a pires ou pratos que voavam", de onde originou-se o termo "pires voadores" (do inglês flying saucers). Imediatamente, traduziu-se o termo para todos os idiomas. Em francês foram chamados de soucoupes volants; em alemão, de fliegende untertassen; em espanhol, de platillo ou plato vollador; em russo, de njeobjasnimi ljetutsschij objekt; em japonês, de sora tobu emban; e assim por diante. Até mesmo os idiomas mais incomuns têm uma tradução para o termo. Em árabe são chamados de sohhon taa'ira; em grego, como diskoi petomenoni; na língua indonésia, de piring terbang; em quíchua são designados de pfahuac chasca; e em chinês, de fei tieh. Enfim, não há região ou país do mundo em que não exista uma maneira de se referir aos visitantes extraterrestres.

O termo UFO, no entanto, tem outra origem. A Força Aérea dos EUA (USAF) iniciou suas atividades de investigação do assunto e na falta de uma designação mais apropriada chamou os discos voadores de Unidentified Flying Objects, cuja sigla é UFO, e a tradução para o português é Objetos Voadores Não Identificados (OVNI). Alguns países de língua espanhola adotaram o OVNI, mas em 90% das nações, inclusive no Brasil, usa-se a designação original UFO, de onde provém os termos Ufologia, ufólogos, etc. Uma variação nacional para OVNI é OANI, Objeto Aéreo Não Identificado.

Os ETs não vêm a Terra para passear

A. J. Gevaerd, editor da Revista UFO

Que razões trazem nossos visitantes espaciais a Terra? Interesse científico, turismo, curiosidade? Essa pergunta é uma das mais importantes e que mais implicações apresenta no estudo e compreensão da Ufologia. Estudiosos do mundo todo se dividem em tendências ou correntes de pensamento a respeito do que seriam os motivos pelos quais os extraterrestres estão aparecendo em nosso planeta. Alguns defendem ardorosamente a tese segundo a qual nossos visitantes seriam uma espécie de irmãos cósmicos, que vêm à Terra para nos alertar quanto a um cataclisma eminente e prestes a dizimar a Humanidade do mapa universal.

Certos defensores dessa teoria imaginam até que estes mesmos seres promoveriam uma evacuação de nosso planeta. Outros ufólogos acreditam na hipótese de que os alienígenas tenham uma essência maligna e que estão vindo à Terra apenas para buscar aquilo que necessitam – células, sangue e até órgãos humanos e de animais. Os pesquisadores mais radicais dessa idéia argumentam ainda que as abduções, tão abundantes em todo o mundo, são os meios pelos quais os visitantes satisfazem inclusive seu apetite sexual, sem a menor compaixão por nós.

É evidente que ambas as idéias acima expostas são radicais e exageradas. Mas é alarmante o número de ufólogos e ufófilos do planeta que agarram-se a elas como se fossem modelos perfeitos para explicar o Fenômeno UFO. Da mesma forma – felizmente – entre um e outro posicionamento existem dezenas de hipóteses que buscam tratar e compreender a questão de uma forma ponderada e, com certeza, mais responsável. No entanto, esquecem-se os ufólogos que qualquer explicação que se tente dar aos UFOs passa primeiramente pela análise de uma condição básica: nossos visitantes provêm de várias origens no Universo, o que implica, obrigatoriamente, que tenham objetivos e condutas diferenciadas com relação aos seres humanos terrestres.

Assim, o problema mais grave da Ufologia passa a ser a generalização do tema, que desconsidera por completo a natureza plural dos extraterrestres. Tratá-los como criaturas angelicais ou intrusos sanguinários é menos equivocado do que considerar que todos, sem distinção, façam parte da primeira ou da segunda categoria. Sim, alguns deles podem de fato ser nossos irmãos cósmicos buscando orientar nossa gente quanto aos problemas que enfrentaremos no futuro, sejam eles cataclismas ou de outros tipos. Assim como alguns podem ser mesmo vampiros siderais que se locupletam removendo úteros e cérebros de indefesos seres humanos.

O que falta à maioria das pessoas envolvidas em maior ou menor grau com o Fenômeno UFO é ter uma visão mais completa, abrangente e panorâmica da Ufologia. Mente aberta às possibilidades, inclusive aquelas improváveis, é absolutamente essencial para que se compreenda melhor a complexidade do tema. Dentro da Ufologia, mesmo aquilo que é considerado impossível não pode ser desprezado. Isso, evidentemente, é um fator complicador que desestimula aqueles que, movidos por interesse científico, se debruçam sobre a casuística e a encontram como uma verdadeira Torre de Babel.

Texto fornecido pela Revista UFO